Sublime União


04/11/2009


O Mistério da Escada.

Cidade de Santa Fé, estado do Novo México, Estados Unidos.Lá, um mistério que já dura 130 anos e que atrai cerca de 250 mil visitantes por ano. Destino: Capela Loretto

Escrito por sublime Uniao às 18h47
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19/09/2009


E o que vindes aqui (neste mundo) fazer?

VENCER!

Este é um objetivo quase que inerente ao homem, ressalvaldas as devidas exceções. E o que vindes aqui (neste mundo) fazer? Aí começas a responder: vencer minhas paixões... E é deste tipo de vitória que queremos falar. Vencer uma corrida, uma aposta, uma doença, uma disputa judicial, conseguir ser o primeiro colocado – por exemplo – é importantíssimo; não esqueçamos. Porém, para sermos melhores seres humanos neste planeta globalizado, onde campeia uma verdadeira “guerra” de competitividade para estar inserido “no contexto”, há que se lutar muito! E isso gera diversas situações em que nos confrontamos e que temos que aprender a superar (vencer). Muitas vezes, somos tomados de um desânimo e falta de motivação para enfrentar situações (que julgamos) adversas, em que não encontramos forças para superar; precisamos, no entanto, vencer a inércia. E, para isto, poderemos sempre contar com a nossa fé no Grande Arquiteto do Universo. Temos que aprender a “engolir muitos sapos”, ou seja, vencer alguns orgulhos e paixões mundanas para, por exemplo, superar algumas ofensas – muitas vezes, involuntárias – que nos remetem (automaticamente) a uma reação agressiva e intempestiva (muitas vezes, sem reparos); sem sermos subservientes. É fáci? Claro que não! Enfim, não existe uma “fórmula pronta”; o que existe é um exercício cotidiano a que devemos nos obrigar, para que consigamos vencer a maioria de nossos embates internos. E, quando tudo parecer que vai desabar, dá-te uma oportunidade e vai em frente; busca forças onde já não acreditas que as possuas. Porque a vitória nada mais é do que o saber continuar de onde a maioria parou. E, não te iludas, não há vitória sem lutas. E as nossas lutas, ao invés de nos derrotarem, têm que ter o poder de nos estimular a ir em frente e a valorizar nossas vitórias.
Carlos Alberto dos Santos/M.'.I.'.

Escrito por sublime Uniao às 08h34
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23/07/2009


O Poder da Amizade

Recebi este texto extraído de O Pesquisador Maçônico nº 57

O PODER DA AMIZADE
Ir.: Ubyrajara de Souza Filho (*)


“A amizade perfeita existe entre os homens de bem e os que são semelhantes a respeito da excelência.
Estes se querem bem uns aos outros, de um mesmo modo. E por serem homens de bem são amigos
dos outros pelo que os outros são. Estes são assim amigos, de uma forma suprema. Na verdade querem
para os seus amigos o bem que querem para si próprios. E são desta maneira por gostarem dos amigos como
eles são na sua essência, e não por motivos acidentais. A amizade entre eles permanece
durante o tempo em que forem homens de bem; e, na verdade, a excelência é duradoira. Cada um é
um bem absoluto para o seu amigo. Os homens de bem são absolutamente bons e úteis aos outros; também
são agradáveis entre si, porque quem é absolutamente bom é também absolutamente agradável”

Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.) – Em “Ética a Nicômaco”


Segundo Voltaire, em seu Dicionário Filosófico (1764), a Amizade “é um contrato tácito entre duas pessoas
sensíveis e virtuosas. Sensíveis porque um monge, um solitário, pode não ser ruim e viver sem conhecer a amizade.
Virtuosas porque os maus não adjungem mais que cúmplices. Os voluptuosos careiam companheiros de devassidão. Os
interesseiros reúnem sócios. Os políticos congregam partidários. O comum dos homens ociosos mantém relações. Os
príncipes têm cortesãos. Só os virtuosos possuem amigos”.


Na época de publicação da obra, 1764, Voltaire não era maçom (foi Iniciado em 1778), mas suas idéias já se
coadunavam com os ideais maçônicos, que visam “a estreita união de homens virtuosos, em torno do bem, da verdade e
do belo, para a utópica missão de tornar feliz a humanidade”.
Dentro desse contexto, o conceito de “humanidade” deve ser entendido em seu sentido lato: convivência em
conjunto dos homens. E “estreita união”, simbolizando a verdadeira amizade que deve solidificar-se entre eles.
A amizade é o fruto do amor fraternal que une os maçons como verdadeiros irmão. E esta união está representada
em nosso simbolismo pela Cadeia de União, na qual, os aspirantes a Companheiros, no Rito Schröder, entrelaçam-se
antes de adentrar ao Templo, representando uma corrente invisível que somente a morte poderá separar.
O grande segredo do maçom – possuir verdadeiros amigos no mundo inteiro, estando unidos a eles na procura
das mais nobres metas da humanidade - , começa a ser desvelado.


A amizade é reconhecida como algo imanente ao relacionamento humano e a psicologia reconhece a sua
importância para o equilíbrio dos seres humanos. O homem é um ser gregário, que vive na busca constante da felicidade.
Tem a inata necessidade de se relacionar e a tendência de viver em grupo, com o qual troca suas experiências, sedimenta
suas vivências e emoções. E quando se estabelecem vínculos afetivos, de confiança e de lealdade entre eles e consolidase
a amizade, sentem-se mais fortalecidos para enfrentar as vicissitudes da vida.


Entretanto, a dinâmica da amizade é algo complexo. Nunca ninguém conseguiu definir o verdadeiro conceito de
amizade, apenas atribuem-lhe determinadas características que acabam por distingui-la de outros tipos de interações
sociais. E sendo inúmeras estas características essenciais, cada pessoa pode ir acrescentando ou retirando outras ao seu
próprio entendimento do conceito de amizade, mas há algumas que ocorrem com mais freqüência e são mais valorizadas
quando comparadas a outras, como o caso da confiança, lealdade, carinho etc. E, de acordo com pesquisas feitas por
psicólogos e sociólogos, para haver a verdadeira amizade é necessário haver reciprocidade, ou seja, a existência de
expectativas em relação aos amigos, que por sua vez se estabelece por etapas e interações num processo gradual de
obtenção de confiança mútua. Os pesquisadores afirmam que os verdadeiros amigos contribuem para tornar as pessoas
mais seguras e estimulam valores positivos, como a lealdade e a solidariedade.


Não fugindo à regra, a Maçonaria consolida a verdadeira amizade entre os Irmãos, através da reciprocidade de
tratamento entre os seus adeptos primando pela prática de suas “características essenciais”, destacadas em sua divisa
Liberdade, Igualdade e Fraternidade (nesta ordem). Só há fraternidade, entre iguais. Só serão iguais, homens livres.
É nesse ambiente de Liberdade, Igualdade e Fraternidade que se manifesta o poder da verdadeira amizade dos
maçons, que os levam ao tratamento de Irmãos: a força coletiva da convivência com os Irmãos. Cada sessão maçônica
atua como um catalisador e potencializa as virtudes do grupo, através da reciprocidade de exemplos e manifestações de
afetividade, que serão imanizadas e espargidas entre os demais Irmãos da Ordem, configurando o caráter universal da
Maçonaria.
Cada vez que esse fenômeno se manifesta, podemos dizer que uma parcela de nossa missão foi realizada:
homens melhores, humanidade melhor.


(*Membro da Academia Niteroiense Maçônica de Letras, História, Ciência e Arte)


 

Escrito por sublime Uniao às 09h39
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01/06/2009


Cheguei da Itália esta semana. Em visita a Milão, como não poderia deixar, visitei a  Grande Catedral de Mármore - IL DUOMO. Diria simplesmente espetacular. Todas as catedrais medievails tem  o altar  voltado para o Leste , ou seja para   ORIENTE - porque é de lá que vem  a Luz a Sabedoria o Conhecimento. Com  a Catedral de Milão  não é diferente. Quando entrei na Catedral já senti  alguma coisa indescritível, não tem como ignorar,  seu portal entre colunas seus pontos de referência por onde entra a Luz do Sol e determina o signo, as estações do ano -  solstício.

Veja como Mark Twain descreveu esta maravilha:

What a wonder it is! So grand, so solemn, so vast! And yet so delicate, so airy, so graceful! A very world of solid weight, and yet it seems ...a delusion of frostwork that might vanish with a breath! (…) They say that the Cathedral of Milan is second only to St. Peter's at Rome. I cannot understand how it can be second to anything made by human hands.” (Mark Twain, 1869).

"O que é uma maravilha! Portanto, grande, de forma solene, tão grande! E no entanto tão delicada, tão gracioso, tão gracioso! Um mundo de sólidos em peso e, no entanto, parece ... uma ilusão de frostwork que possam desaparecer com um sopro! (...) Dizem que a Catedral de Milão é o segundo só a São Pedro em Roma. Eu não posso compreender como é que a segunda pode ser qualquer coisa feita por mãos humanas. "(Mark Twain, 1869).

Vejam a prancha do Ir.'.  ANTÓNIO ROCHA FADISTA sobre a Catedral de Milão

CATEDRAL GÓTICA DE MILÃO



O caso da construção da Catedral de Milão – IL Duomo – é de extrema importância no estudo da geometria sagrada. Ele interessa em dois sentidos, o documental e o simbólico. A Catedral de Milão foi fundada em 1386 e, por essa razão, estava no centro de um encarniçada controvérsia relativa a que forma de geometria sagrada deveria ser utilizada: ad quadratum ou ad triangulum. Um grande número de peritos reuniu-se a fim de determinar o que seria feito na construção dessa obra-prima potencial. Talvez por causa da grande quantidade de peritos, desenvolveu-se entre os adeptos de um e de outro sistema uma encarniçada discussão.


Sabe-se que já em 1321, durante a ereção do domo da catedral de Siena, os cinco inspetores escolhidos para examinar a construção objetaram contra a continuação da obra “porque, se terminada como foi iniciada, ela não teria as medidas de comprimento, largura e altura que as regras previam para a igreja”. Uma disputa similar se verificou a respeito da construção da Catedral de Milão.

Atualmente, a Catedral de Milão é considerada uma obra-prima da arquitetura gótica tardia. Recentemente, sua estrutura foi algo sacudida pelas vibrações dos carros, dos ônibus e do metrô que trafegam ao seu redor, mas a sua gestação foi tão cheia de recriminações que parecia que ela nunca seria terminada.

A Catedral foi terminada em 1386 por ordem de Gian Galeazzo Visconti, que conquistara influência na cidade de Milão, graças ao expediente da morte de seu tio. Entretanto, nenhum outro edifício tão portentoso foi construído na Lombardia durante séculos, e logo os maçons experientes, encarregados do projeto, se defrontaram com sérios problemas. O lado teórico da geometria sagrada, segundo a qual o edifício deveria ser construído, se atolou numa discussão aparentemente insolúvel.

Inicialmente, a planta baixa da catedral foi desenhada de acordo com o ad quadratum, baseado no quadrado e no quadrado duplo, com uma nave central pronunciada, e naves laterais de igual altura. Essa planta, foi logo abandonada e foi substituída pelo ad triangulum, para a elevação – e foi aí que os problemas começaram. A altura de um triângulo eqüilátero, a base do ad triangulum é incomensurável com o lado do mesmo triângulo. Colocá-lo sobre uma planta baixa baseada no ad quadratum seria transformar a geometria sagrada e todas as proporções da elevação estariam completamente erradas.

A fim de retornar à lógica da geometria sagrada, foi chamado um matemático de Piacenza, Gabriele Stornaloco. Ele recomendou um arredondamento da altura das naves, de 83,138 braccia (braças), para 84 braças, que poderia ser facilmente dividida em seis unidades de 14 braças. Embora fosse aceitável em princípio, o esquema de Stornaloco foi posteriormente modificado, produzindo-se uma dedução na altura e trazendo-se a catedral para mais perto dos princípios clássicos. O Mestre Maçom alemão, Heinrich Parler se enfureceu com esse compromisso de medida verdadeira. Seus protestos levaram-no a se demitir do posto de consultor, em 1392. Em 1394, Ulrich von Ensigen veio da cidade de Ulm como consultor, mas ficou apenas seis meses em Milão. Os maçons da Lombardia lutaram entre si até 1399, cada qual defendendo a sua tese, quando Jean de Mignot foi chamada da França, para supervisionar as obras.

Mignot também não ficaria no cargo por muito tempo. Suas críticas aos princípios maçônicos locais foram tão pesadas que um comitê foi chamado para discutir os pontos que ele levantou.. Uma tal ignorância dos princípios geométricos e mecânicos góticos foi demonstrada pelos maçons lombardos, que eles tentaram argumentar que os arcos pontiagudos não poderiam justificar a geometria aberrante pretendida para o edifício. Exasperado, Mignot disse: “Ars sine scientia nihil est” (A arte não é nada sem a ciência). Recebeu a seguinte réplica dos maçons de Milão: “Scientia sine arte nihil est” (A ciência não é nada sem a arte).

Mignot voltou para Paris em 1401, sem ter feito progresso algum com os intransigentes maçons lombardos. Por métodos pragmáticos, os italianos improvisaram e terminaram o coro e os transeptos, por volta de 1450. Nem toda a catedral foi terminada, até que a fachada oeste foi finalmente acabada sob as ordens de Napoleão, em 1809.

A geometria do Duomo foi preservada numa edição de Vitrúvio, publicada em 1521. Ela mostra o plano e a elevação da catedral como uma ilustração dos princípios vitruvianos. Só esta ilustração é uma prova da unidade essencial dos sistemas clássicos e maçônicos da geometria sagrada. O esquema apresentado na gravura baseia-se no rhombus ou vesica. A elevação triangular dos corte transversal da catedral é mostrada em superposição a círculos concêntricos em que o quadrado e o hexágono são desenhados, demonstrando a relação da elevação com o a quadratum do plano básico.

Essa exposição da geometria sagrada maçônica de uma catedral é indicativa da atitude modificada diante dos mistérios antigos exibidos pelos escritores da Renascença. Ela se encaixa perfeitamente na tradição de Matthäus Röriczer, um maçom que revelou a sua arte, quebrando seu juramento de sigilo. Röriczer, que morreu em 1492, pertencia à terceira geração de uma família que servia de mestres maçons na Catedral de Regensburg. Matthäus era o Mestre de uma Loja onde fora projetada e executada toda a obra de construção, e assim era o responsável por todas as molduras e entalhes, por seu esboço e por seu desenho definitivo. Embora sendo um maçom, e estivesse preso ao juramento de não divulgar os mistérios maçônicos aos não-iniciados, ele deu um grande passo com a publicação de detalhes anteriormente ocultados nos livros de anotações da Lojas Maçônicas Operativas.

Embora a única obra publicada por Röriczer fosse um pequeno panfleto que deu solução a um problema geométrico, ela tem importância fundamental, porque é a única chave sobrevivente da geometria sagrada maçônica. A obra, intitulada On the Ordination of Pinacles, forneceu a solução para o problema de como erigir uma pináculo de proporções corretas a partir de uma dada planta baixa. Por volta do final do período medieval, os maçons estavam produzindo obras-primas do gótico flamboyant e perpendicular pelos meios mais simples. As plantas de execução (conhecidas na Inglaterra como “plats”) eram preparadas pelos maçons até nos seus mínimos detalhes. Ainda existem alguns “plats”, como os que foram desenhados para a fachada oeste da Catedral de Estrasburgo, por Michael Parler em 1385, e o da agulha da Catedral de Ulm, por Mathias Boblinger. Cada uma das partes do intrincado desenho é relatada aos seus camaradas por meio da geometria. O Maçom Operativo, equipado com esse diagrama, podia tomar uma dimensão como ponto de partida e como ela, utilizando-se de régua e compasso, a geometria chega ao plano do tamanho natural, desenhado sobre um “piso de decalque” de gesso, fazendo-se em seguida os gabaritos de madeira, segundo os quais as pedras finais eram cortadas e talhadas.

A exposição do sistema por Röriczer demonstra a simplicidade desse método canônico. Em vez de uma referência constante a medidas num plano, como na moderna prática da arquitetura, o pináculo (ou o pinásio, a ombreira da porta, o componente da abóbada, etc.) era “desenvolvido” a partir de um quadrado. A geometria, diferentemente da medida, é auto-reguladora, e quaisquer erros podem ser identificados de imediato. Seja qual for o tamanho do quadrado inicial, todas as partes do pináculo estão relacionadas a ele, em proporção natural. Como as dimensões do quadrado original poderiam ter sido derivadas como uma função da geometria global da igreja, o tamanho do pináculo estava relacionado harmoniosamente com o todo.

O livreto de Röriczer foi dedicado ao Príncipe Wilhelm, Bispo de Eichstadt, descrito na dedicatória como “um cultor e um patrono da arte livre da geometria”. Wilhelm era membro ativo do conselho de construções das igrejas de Regensbur, Ulm e Ingolstadt. Assim, Wilhelm não era apenas um administrador, mas uma pessoa bastante interessada em conhecer a metodologia exata que está por trás da geometria sagrada. Esses homens foram os primeiros “maçons especulativos”, patronos ricos que desejavam sinceramente conhecer os segredos dos maçons operativos. A fim de obter esses segredos, os patronos eram geralmente admitidos na Irmandade dos Maçons por meio de ritos iniciatórios típicos. Como as atividades dos maçons diminuísse com o surgimento dos arquitetos, aumentou o número de “maçons especulativos”.

Nesse meio tempo, as Lojas operativas maçônicas foram sendo fechadas. A última delas foi a primeira Loja da Europa – a de Estrasburgo, que fechou em 1777. A partir de então, as artes e os mistérios da Maçonaria foram mantidos apenas pelos maçons especulativos.

Sobre a Catedral de Milão, acrescentamos por último que ela foi construída sobre as bases de um templo romano, construído no estilo românico. Na entrada da Catedral fica a escada que leva às escavações feitas no seu subsolo. Nestas escavações, podem ser vistos ainda os restos do antigo templo, bem como as relíquias que o decoravam.



ANTÓNIO ROCHA FADISTA
M.'.I.'., Loja Cayrú 762 GOERJ / GOB - Brasil

 

Escrito por sublime Uniao às 08h20
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09/05/2009


PROVANDO A EXISTÊNCIA DE DEUS -ALBERT EINSTEIN

Escrito por sublime Uniao às 08h29
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19/04/2009


ESTÁ TUDO JUSTO E PERFEITO?


“A ponte entre o humano e o divino: - o justo e perfeito.”

 

“… há um encontro entre o divino e o humano. Assim como em A criação de Adão, os dedos dos homens tocam os dedos de Deus…”

Em referencia “que a expressão tem origem nas associações de artesãos construtores, hoje englobadas sob o título de Maçonaria de Ofício, ou Maçonaria Operativa, para distingui-la da Maçonaria dos Aceitos, associação maçônica, sem laços profissionais de união”.

“Desde remotos tempos, os construtores sempre verificaram a exatidão das construções com o prumo, ou Perpendicular, e com o Nível, proclamando, ao constatar essa exatidão, que “tudo está justo e perfeito”.

Vê-se, pois, que a expressão ‘tudo está justo e perfeito’ veio de épocas pretéritas, originária da chamada Maçonaria de Ofício, possuindo a época a finalidade de atestar a exatidão da obra, após verificações empreendidas com o Prumo e o Nível, instrumentos de ambos os Vigilantes, respectivamente, em informação que era transmitida ao Venerável Mestre, Chefe da obra.

Transformando-se a Maçonaria, de Operativa em Especulativa, por não mais agregar apenas construtores de profissão, mas construtores no sentido simbólico, do templo moral e social da humanidade, segundo o atual conceito da Instituição, é intuitivo que a expressão teria deixado de possuir aquele significado, uma vez que não mais estamos construindo edifícios ou catedrais.

O nível hoje é símbolo da igualdade e, juntamente com o prumo, formam uma esquadria.

Recorrendo-se à língua portuguesa, quase nada há de interessante, onde o vocábulo ‘justo’ significa ‘conforme à justiça, à equidade, à razão; ou ainda, imparcial, íntegro ou exato e preciso. De qualquer forma, ‘justo’ é um adjetivo e como tal pode ser usado, por exemplo, para se dizer ‘homem justo’, nunca se dirá, em português, tudo justo, como também não se diria ‘tudo virtuoso’.

Já o ‘perfeito’ exprime um tempo de verbo, passado, e é também um adjetivo a indicar a reunião “de todas as qualidades concebíveis, ou a superação do mais alto grau numa escala de valores”. Igualmente soa estranho dizer-se “está tudo perfeito”, uma vez que também é adjetivo, servindo para modificar um substantivo, como ‘objeto perfeito’, ‘jóia perfeita’, ‘obra de arte perfeita’, no sentido de que nestes não se observa nenhum defeito.

Certo é, todavia, que a expressão “tudo justo e perfeito”, por estas razões, aparenta não estar correta segundo a língua portuguesa, faltando-lhe um ou dois substantivos como, ‘aquele homem justo construiu uma obra perfeita’.

Na linguagem jurídica, a expressão ‘justo’, que ‘é derivada do latim ‘justus’, entende-se o que é conforme o direito e a justiça. É o que é legítimo, próprio, adequado, eqüitativo.” Já o ‘perfeito’, ‘do latim perfectus , é empregado na terminologia jurídica, precisamente no sentido literal ou de origem: quer exprimir o que está concluído, segundo as regras legais, para que produza os efeitos desejados’, é utilizado na expressão ‘ato jurídico perfeito e acabado’.

Abandonando tais conceitos, poucos esclarecedores para os nossos objetivos maçônicos, surge-nos a perspectiva de partir para a análise do tema, por intermédio de conceitos filosóficos de ‘justiça’ e ‘perfeição’, em busca oblíqua das bases da nossa expressão ‘justo e perfeito’.

Na busca da assimilação da inteireza e significado de tais valores – justiça e perfeição – justo e perfeito, vê-se a necessidade de examiná-los sob a ótica da filosofia, ‘para ampliar a compreensão da realidade’

No que concerne à perfeição (e ao perfeito), autores de épocas distintas, discorrem sobre o amor, sobre o belo estético, e a idéia, perfeita em si mesma (Platão), dando ao sublime*: ‘faculdade originária de conceber pensamentos elevados, numa riqueza espiritual interior que ultrapassa os limites do usual, diretamente relacionada com o êxtase.’

Os filósofos ao perscrutar o sentido de tais expressões, sentem que elas, em seus significados mais elevados, muitas vezes escapam à compreensão humana e aí porque a menção e o paralelo com a justiça e a perfeição divinas e a busca de comparações em decorrência da dificuldade de se estabelecer conceitos precisos.

No aprofundamento destes temas, observará o Irmão uma verdadeira ponte entre valores do humano e do plano divino, como observou o filósofo Platão.

* do latim sublimis, composto de sub-limen: ‘o que está suspenso na arquitrave da porta’, o lintel entre duas colunas (OED), origem na arquitetura, o que está acima da cabeça do homem.

A expressão, “Justo e Perfeito” é encontrada pela primeira vez no L.’. L.’., que é a Bíblia, mais especificamente no Livro de Gênesis, onde é retratada a história do Dilúvio.

O G.: A.: D.: U.:, que é Deus, “arrependendo-se de ter criado o homem”, eis que havia se esquecido de praticar o bem trilhando pelos caminhos da iniqüidade corrompendo a humanidade, resolveu destruir a terra com um Dilúvio de proporção imensurável.

No capítulo 6 : 9, encontramos:
“Esta é a história de Noé. Noé era um homem Justo e Perfeito no meio dos homens de sua geração. Ele andava com Deus”.

Livro do Génesis [6, 9-14]
Bem, isto é na Bíblia e o seu valor é aquele que cada um quiser atribuir - o que eu atribuo é apenas histórico -; duvido muito que Noé conseguisse construir tal arca. Mas tirado à letra, diria que Deus hoje não precisaria de se incomodar muito. Nós fazemos o trabalho por ele.

Em Gênesis, capítulo 7 :1-3, assim o G.: A.: D.: U.: se manifesta:
“O Senhor disse a Noé: Entre na arca, tu e toda a tua casa, porque te reconheci JUSTO diante dos meus olhos, entre os de tua geração.”

«Esta é a descendência de Noé. Noé era um homem justo e perfeito, entre os homens do seu tempo, e andava sempre com Deus. Noé teve três filhos: Sem, Cam e Jafet. A Terra estava corrompida diante de Deus e cheia de violência. Deus olhou para a Terra e viu que ela estava corrompida, pois toda a humanidade seguia, na Terra, os caminhos da corrupção.

Então Deus disse a Noé: «O fim de toda a humanidade chegou diante de mim, pois ela encheu a Terra de violência. Vou exterminá-la juntamente com a Terra. Constrói uma arca de madeiras resinosas. Dividi-la-ás em compartimentos e calafetá-la-ás com betume, por fora e por dentro.»

Mas onde, quando e como surgiu para a maçonaria?

A expressão: “justo e perfeito”, segundo José Castellani, remonta às organizações medievais de canteiros (trabalhadores em cantaria, ou seja, no esquadrejamento da pedra bruta). Como os bons profissionais eram muito requisitados, havia muita rivalidade entre as corporações, valendo, nesse caso, até a sabotagem do trabalho, a qual consistia em penetrar no terreno do concorrente e fazer um leve desbastamento da pedra já cúbica, difícil de constatar pelo olho humano, porém, quando usada na construção, daria diferença, comprometendo aquele núcleo de pedreiros e maculando sua imagem.

Assim, no fim do dia de trabalho, por ordem do Máster (o proprietário, ou um seu preposto), um Warden (zelador, ou vigilante), media a horizontalidade da obra, com o nível, enquanto o outro media a perpendicularidade, com o prumo, e, se tudo estivesse em ordem, comunicavam ao Master: “tudo está justo e perfeito”.

Na manhã do dia seguinte, a operação era repetida, da mesma maneira, para prevenir eventuais sabotagens durante a noite, pois da forma cúbica das pedras, dependia a estabilidade das construções.

Se tudo estivesse “Justo e Perfeito” os trabalhos eram iniciados.

A expressão “Está tudo justo e perfeito” também é utilizada como cumprimento e reconhecimento entre os maçons, inclusive de graus dos IIr.:.

Mas será que está TUDO JUSTO E PERFEITO com a atual Maçonaria?
E as queixas de IIr.: de que nada vai bem na Maçonaria de hoje, que ela anda meio que adormecida.

Está sim Tudo Justo e Perfeito, pois a Maçonaria de hoje ainda permanece como a Maçonaria de ontem. Sua filosofia é eterna assim como seus ensinamentos.

O que mudou então?

Como disse nada mudou na Maçonaria, mudou sim a atitude de alguns Irmãos, que não conseguem assimilar seus ensinamentos deixando de incorporá-los no seu templo interior, ou seja, não os praticam, não andam na sina das virtudes, muitas vezes vilipendiando-a, deixando de ser um maçom autêntico. São os vaidosos, antiéticos e hipócritas que vivem em nosso meio. Esses profanos de avental se esquecem de renunciar ao TER para passar a acreditar e ter atitude, no SER. Essa é a essência do que acontece na Maçonaria de hoje. Não levam consigo para o mundo profano os preceitos e ensinamentos da sublime Arte Real. Muito pelo contrário, trazem do mundo profano todas as imperfeições possíveis semeando a desarmonia na Loja, pregando a desagregação entre os IIr.: e o desequilíbrio nos nossos trabalhos.

Quando passamos pelo ritual da iniciação maçônica, renunciamos ao TER passando a SER útil aos nossos pares, órfãos e viúvas que é o grande objetivo da Maçonaria. Ninguém nos obrigou a assumir esse sério compromisso, mas quando o assumimos juramos sempre buscá-lo a fim de contribuir para o engrandecimento do nosso EU interior e contribuirmos para o bem estar da Humanidade.

Portanto, temos que colocar em prática no mundo profano a doutrina e os ensinamentos maçônicos transformando-os em uma filosofia de vida, como muito trabalho e ação.

Albert Pike, nos deixa uma lição. Assim ele discorre:

<< “É surpreendente ver como os homens falam das virtudes e da honra e não pautam suas vidas nem por uma nem por outra. A boca exprime o que o coração devia ter em abundância, mas quase sempre é o inverso do que o homem pratica” >>.

A peça de arquitetura “Por uma Ética Maçônica”, publicada duplamente, na Revista Maçônica “A Trolha”, discorre, com muita propriedade, sobre o comportamento do Maçom atual da seguinte forma:

<< “O maior desafio para um maçom, tenho repetido isto, é honrar e representar a instituição no desempenho de suas atividades como homem, profissional, cidadão e chefe de família, pois deve ser exemplo de postura ética e moral numa sociedade excessivamente individualista, consumista, voraz, onde o TER a todo momento procura absorver o SER numa luta desigual e numa competição desenfreada, incompreensível e desumana. Uma sociedade em que valores familiares são desconsiderados, onde a honestidade, a honradez e a correção de conduta são tidos como sinônimo de atraso, de práticas ultrapassadas.

Mas sempre haverá um maçom nesse meio, o chamado “iniciado nos augustos mistérios da Sublime Ordem”, envolvido nesse turbilhão, atônito, muitas vezes impotente para reagir porque se apega exclusivamente às coisas do “mundo exterior” e não aplica as que aprendeu no “mundo interior do templo maçônico”, o que faz nascer o conflito, a quebra da ética e do decoro pessoais, numa cadeia de afetamento de condutas reprováveis como nunca se presenciou antes, contaminando a convivência dentro de nossas Lojas. “Fora é uma pessoa, dentro aparenta ser outra, mas sempre conflitante na prática dos princípios éticos e morais maçônicos, o que traz como conseqüência a quebra da harmonia e da confiança no seio de uma Loja, e conseqüentemente espraia por toda a Ordem” >>.

É certo que ser justo e perfeito não é tarefa das mais fáceis, pois devemos procurar diariamente a busca pelo auto-conhecimento, Enfrentando e aceitando nossa dualidade, rejeitando as ocupações supérfluas e os pensamentos inúteis, certamente estaremos bem mais perto do “justo e perfeito”.

O filósofo Platão afirma que “o homem justo será aquele que tem uma alma harmônica, ou seja, respeita a ordem natural das coisas”. “A natureza” quer que o homem seja orientado pela razão. “O homem injusto se deixa governar somente pela sua parte concupiscente e irascível”.

Os Irmãos, certamente conhecem a abreviatura da frase em latim, V. : I.: T.: R.: I.: O.: L.:, que significa: “Visita Interiorem Terrae Rectificando que, Invenies Occultum Lapidem”.

Traduzindo ao pé da letra: “Visita o interior da terra e, retificando-te, encontrarás a pedra oculta”.
A profundidade de tal frase, a princípio, nos salta aos olhos, mas ela nos remete a um exame profundo do nosso Templo interior desde que iniciamos na Arte Real, pois é meditando nesse silêncio profundo que buscaremos um novo homem que, após iniciado nos augustos mistérios da Maçonaria, trabalha seu espírito para que, arrebentando os grilhões dos vícios possa adotar novos e claros padrões de moral e virtude que anteriormente estavam submersos nos escaninhos de seu coração, num aprendizado constante e incessante da prática de boas ações, com respeito às normas, os ensinamentos, princípios e ideais maçônicos.

 

Assim, meus Irmãos, para que tudo de fato esteja JUSTO E PERFEITO, devemos deixar de lado a hipocrisia, a falta de ética e sermos maçons de verdade. Primeiro, absorvendo e incorporando os ensinamentos da Ordem. Segundo colocando-os em prática na vida profana, pois só assim poderemos concluir que tudo realmente ESTÁ E ESTARÁ JUSTO E PERFEITO.

 

Fonte -

Escrito por sublime Uniao às 10h24
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18/04/2009


O Bode na Maçonaria


Dentro da organização maçônica, muitos desconhecem o nosso apelido de bode. A origem desta denominação data do ano de 1808.
Porém, para saber do seu significado temos necessidade de voltarmos no tempo. Por volta do II e III século d.C. vários Apóstolos saíram para o mundo a fim de divulgar o cristianismo. Alguns foram para o lado judaico da Palestina. E lá, curiosamente, notaram que era comum ver um judeu falando ao ouvido de um bode, animal muito comum naquela região. Procurando saber o porquê daquele monólogo foi difícil obter resposta. Ninguém dava informação, com isso aumentava ainda mais a curiosidade dos representantes cristãos, em relação aquele fato.


Até que Paulo, o Apóstolo, conversando com um Rabino de uma aldeia, foi informado que aquele ritual era usado para expiação dos erros. Fazia parte da cultura daquele povo, contar alguém da sua confiança, quando cometia, mesmo escondido, as suas faltas, ficaria mais aliviado junto a sua consciência, pois estaria dividindo o sentimento ou problema. Mas por que bode?

Quis saber Paulo. É porque o bode é seu confidente. Como o bode nado fala, o confesso(penitente) fica ainda mais seguro de que seus segredos serão mantidos, respondeu-lhe o Rabino. A Igreja, trinta e seis anos mais tarde, introduziu, no seu ritual, o confessionário, juntamente com o voto de silêncio por parte do padre confessor - nesse ponto a história não conta se foi o Apóstolo que levou a idéia aos seus superiores da Igreja, o certo é que ela faz bem à humanidade, aliado ao voto de silêncio, o povo passou a contar as suas faltas.

Voltemos em 1808, na França de Bonaparte, que após o golpe dos 18 Brumários, se apresentava como novo líder político daquele país. A Igreja, sempre oportunista, uniu-se a ele e começou a perseguir todas as instituições que não governo ou a Igreja. Assim a Maçonaria que era um fator pensante, teve seus direitos suspensos e seus Templos fechados; proibida de se reunir. Porém, irmãos de fibra na clandestinidade, se reuniram, tentando modificar a situação do país. Neste período, vários Maçons foram presos pela Igreja e submetidos a terríveis inquisições. Porém, ela nunca encontrou um covarde ou delator entre os Maçons. Chegando a ponto de um dos inquisidores dizer a seguinte frase a seu superior: - “Senhor este pessoal (Maçons) parece BODE, por mais que eu flagele não consigo arrancar-lhes nenhuma palavra”. Assim, a partir desta frase, todos os Maçons tinham, para os inquisidores, esta denominação: “BODE” - aquele que não fala, sabe guardar segredo.

Texto do Ir. Jose Castellani

Escrito por sublime Uniao às 22h08
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HINO DA MAÇONARIA

Escrito por sublime Uniao às 12h57
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Recado aos obreiros

Escrito por sublime Uniao às 12h11
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25/03/2009


Sublime União

Casa do Maçom

por Rodolfo Lomas

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CASA DO MAÇOM - BARRETOS SP

Enviado p/ Irm
Dirceu Peters
dopeters@terra.com.br

A Casa do Maçom "João Baroni" já começou a receber pacientes de várias cidades do país. O espaço, inaugurado na manhã de domingo, oferecerá hospedagem a maçons e familiares de todo o Brasil que passam por tratamento no Hospital de Câncer da Fundação Pio XII de Barretos. Está localizada na rua Paraguai, nº 1.800 a cerca de 800 metros do Hospital.

A cerimônia de inauguração reuniu representantes das Maçonarias de vários estados, entre eles os Grãos-Mestres José Maria Dias Neto, do Grande Oriente Paulista, Benedito Marques Ballouk Filho do Grande Oriente de São Paulo, Luiz Flávio Borges D'Urso, Presidente da OAB de São Paulo e representante do Grão-Mestre da Grande Loja;Rogério Ferreira da Silva, Venerável Mestre da Loja Maçônica Fraternidade Paulista, além de autoridades locais, como o Prefeito Emanoel Carvalho e Secretários, bem como membros das várias Lojas Maçônicas de Barretos. A faixa da inauguração foi descerrada por Adolpho de Almeida Fernandes, Maçom há vários anos na Fraternidade Paulista. Padre Desumar fez a bênção da moradia. "Este é um projeto que contou com o apoio das Lojas Maçônicas de todo o país", destacou Rogério.

A casa é formada por onze apartamentos totalmente mobiliados, apropriados para receber pacientes com acompanhantes.

Cinco deles são adaptados para cadeirantes. O espaço conta ainda com recepção, lavanderia, área de convivência, sala de TV, cozinha e refeitório, num terreno de 1.100 m2, com total de 460 m2 de área construída.

A casa, concebida com base nos símbolos usados na Maçonaria (esquadro, compasso e régua), foi projetada pelo o engenheiro André Ponciano, colaborador do projeto.

A construção foi realizada no período de dois anos. A pedra fundamental foi lançada no dia 23 de abril de 2006.

Após a inauguração foi servido um almoço no Berrantão do Parque do Peão, onde várias homenagem foram prestadas a todos aqueles que incentivaram e contribuíram para a edificação da casa. "Queremos agradecer a ajuda e o apoio que tivemos, conseguimos com esta casa unir ainda mais todos os maçons, de todas as potências e de todos os estados em único ideal", destacou Rogério.

Escrito por sublime Uniao às 21h57
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17/03/2009


Por dentro da Maçonaria

Escrito por sublime Uniao às 10h30
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22/02/2009


INTERIOR DE UM TEMPLO MAÇÔNICO

Escrito por sublime Uniao às 05h40
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CADEIA DE UNIÃO

Escrito por sublime Uniao às 05h16
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AVENTAL -SÍMBOLO DO TRABALHO NA MAÇONARIA

Escrito por sublime Uniao às 03h54
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18/02/2009


Casa do Maçom - Uma nota que merece destaque

CASA DO MAÇOM - BARRETOS SP


A Casa do Maçom "João Baroni" já começou a receber pacientes de várias cidades do país. O espaço, inaugurado na manhã de domingo, oferecerá hospedagem a maçons e familiares de todo o Brasil que passam por tratamento no Hospital de Câncer da Fundação Pio XII de Barretos. Está localizada na rua Paraguai, nº 1.800 a cerca de 800 metros do Hospital.

A cerimônia de inauguração reuniu representantes das Maçonarias de vários estados, entre eles os Grãos-Mestres José Maria Dias Neto, do Grande Oriente Paulista, Benedito Marques Ballouk Filho do Grande Oriente de São Paulo, Luiz Flávio Borges D'Urso, Presidente da OAB de São Paulo e representante do Grão-Mestre da Grande Loja;
Rogério Ferreira da Silva, Venerável Mestre da Loja Maçônica Fraternidade Paulista, além de autoridades locais, como o Prefeito Emanoel Carvalho e Secretários, bem como membros das várias Lojas Maçônicas de Barretos. A faixa da inauguração foi descerrada por Adolpho de Almeida Fernandes, Maçom há vários anos na Fraternidade Paulista. Padre Desumar fez a bênção da moradia. "Este é um projeto que contou com o apoio das Lojas Maçônicas de todo o país", destacou Rogério.

A casa é formada por onze apartamentos totalmente mobiliados, apropriados para receber pacientes com acompanhantes.

Cinco deles são adaptados para cadeirantes. O espaço conta ainda com recepção, lavanderia, área de convivência, sala de TV, cozinha e refeitório, num terreno de 1.100 m2, com total de 460 m2 de área construída.

A casa, concebida com base nos símbolos usados na Maçonaria (esquadro, compasso e régua), foi projetada pelo o engenheiro André Ponciano, colaborador do projeto.

A construção foi realizada no período de dois anos. A pedra fundamental foi lançada no dia 23 de abril de 2006.

Após a inauguração foi servido um almoço no Berrantão do Parque do Peão, onde várias homenagem foram prestadas a todos aqueles que incentivaram e contribuíram para a edificação da casa. "Queremos agradecer a ajuda e o apoio que tivemos, conseguimos com esta casa unir ainda mais todos os maçons, de todas as potências e de todos os estados em único ideal", destacou Rogério.

Escrito por sublime Uniao às 14h11
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